Os estilhaços de vidro refletiam a luz da lua e salpicavam o asfalto de estrelas. A brisa fria vinha do mar, e acariciava as folhas das árvores no caminho. As ondas se balançavam deliciosamente, espumando sob o olhar calmo e melancólico da lua.
As casas eram baixas, circundadas de jardins verdes e arborizados, com pintura descascada e aroma de boas lembranças. O caminho que levava à praia era asfaltado e novo, porém já cercado de recordações. O meio-fio era alto, regular, tradicional como nada por ali. A praia era extensa, a areia macia tecida de sonhos, a água cristalina beijando os pés de quem passava por ali.
Os pés banhados pelo oceano, os corpos acolhido pela areia, o prazer abençoado pela lua. O olhar mudo do vento testemunhando a alegria de um momento inesquecível.
As ondas iam e vinham, espumando um néctar divino, a brisa soprava calma e gélida, balançando as árvores, a areia macia voava, leve, e a lua banhava o mundo em sua luz prata-azulada, tão silenciosa quanto as duas bocas que se uniam nesse cenário harmônico e aconchegante.
Os estilhaços de vidro refletiam a luz da lua e salpicavam o asfalto de estrelas... há horas as palavras são dispensáveis...
Sorver o néctar maravilhoso dos teus lábios, viajar na incrível delicadeza das tuas mãos, sentir o calor do teu corpo, desejar só você, a lua e mais nada! É só isso que eu quero viver!
Teus olhos refletindo a luz prata-azulada da lua, tua boca suculenta, o fruto proibido do amor, só pra mim! Ah! Tua língua indócil ousando coisas que eu nunca pude imaginar que existissem!
As estrelas mudas cantando um recital de prazer, a lua cheia observando tudo à distância e sua luz sorrindo maliciosamente aos nossos corpos. Eros acende velas prata à noite, o mar beija nossos pés. Você beija minha boca, eu beijo a sua boca. Sua boca beija, minha boca beija.
As folhas das árvores balançam, as flores nascem à primavera fresca, os grãos de areia levantam vôo pelo mundo, as águas do mar se agitam silenciosamente e o vento sopra em minhas costas. Então eu sinto um arrepio me subindo pela espinha, me dá frio.
As casas eram baixas, circundadas de jardins verdes e arborizados, com pintura descascada e aroma de boas lembranças. O caminho que levava à praia era asfaltado e novo, porém já cercado de recordações. O meio-fio era alto, regular, tradicional como nada por ali. A praia era extensa, a areia macia tecida de sonhos, a água cristalina beijando os pés de quem passava por ali.
Os pés banhados pelo oceano, os corpos acolhido pela areia, o prazer abençoado pela lua. O olhar mudo do vento testemunhando a alegria de um momento inesquecível.
As ondas iam e vinham, espumando um néctar divino, a brisa soprava calma e gélida, balançando as árvores, a areia macia voava, leve, e a lua banhava o mundo em sua luz prata-azulada, tão silenciosa quanto as duas bocas que se uniam nesse cenário harmônico e aconchegante.
Os estilhaços de vidro refletiam a luz da lua e salpicavam o asfalto de estrelas... há horas as palavras são dispensáveis...
Sorver o néctar maravilhoso dos teus lábios, viajar na incrível delicadeza das tuas mãos, sentir o calor do teu corpo, desejar só você, a lua e mais nada! É só isso que eu quero viver!
Teus olhos refletindo a luz prata-azulada da lua, tua boca suculenta, o fruto proibido do amor, só pra mim! Ah! Tua língua indócil ousando coisas que eu nunca pude imaginar que existissem!
As estrelas mudas cantando um recital de prazer, a lua cheia observando tudo à distância e sua luz sorrindo maliciosamente aos nossos corpos. Eros acende velas prata à noite, o mar beija nossos pés. Você beija minha boca, eu beijo a sua boca. Sua boca beija, minha boca beija.
As folhas das árvores balançam, as flores nascem à primavera fresca, os grãos de areia levantam vôo pelo mundo, as águas do mar se agitam silenciosamente e o vento sopra em minhas costas. Então eu sinto um arrepio me subindo pela espinha, me dá frio.
Nenhum comentário:
Postar um comentário