Nascer, Viver, Morrer. As três palavras que definem a nossa passagem pelo palco da vida, onde por vezes temos o papel principal, mas na maior parte do tempo somos simples espectadores, agitando os corpos numa dança frenética, movidos pelo ritmo da sobrevivência, onde todos os passos se misturam numa coreografia animalesca de correrias, de pressas sem fundamento para alcançar objetivos que depois de conquistados afinal não tinham tanta importância, mas é assim que vivemos, ou melhor que nos obrigam a viver, porque se não o fizermos somos marginalizados.
Sei o valor que tenho, sei que sou melhor que a maioria e não me vou deixar abater por quem não me merece.
Sou um ser digno, com força de alcançar mundos e fundos. Quando por aqui passarem irão pensar que estou fazendo uma apologia a um qualquer deus grego, mas não, estou simplesmentepensando nas palavras de uma pessoa verdadeiramente amiga, e que num daqueles dias, em que nos atiram para o chão sem dó nem piedade, sentiu a minha desilusão e soube estar presente.
Com as suas palavras, estendeu a sua mão, levantou-me e, com a sua força alimentou a minha alma... Já não há amigos assim!
É nesse simples gesto que encontro a vontade necessária para continuar, para caminhar de novo e arrasar quem me queria ver aniquilado.
Tento erguer a cabeça, encher o peito de ar e seguir o caminho, tentando agarrar com unhas e dentes.
Olhem à vossa volta, deixem a fugaz cegueira do estrelato e vejam quem de fato merece ser o vosso público.
Afinal, de quantas pessoas precisam vocês como platéia da vossa vida, para vocês terem o papel principal?
Dizem que ter alegria é um ato de coragem, mas enganam-se, alegria é termos do nosso lado, quem de fato nos merece e nos entende!
Sejam felizes, mas não se anulem...
Sei o valor que tenho, sei que sou melhor que a maioria e não me vou deixar abater por quem não me merece.
Sou um ser digno, com força de alcançar mundos e fundos. Quando por aqui passarem irão pensar que estou fazendo uma apologia a um qualquer deus grego, mas não, estou simplesmentepensando nas palavras de uma pessoa verdadeiramente amiga, e que num daqueles dias, em que nos atiram para o chão sem dó nem piedade, sentiu a minha desilusão e soube estar presente.
Com as suas palavras, estendeu a sua mão, levantou-me e, com a sua força alimentou a minha alma... Já não há amigos assim!
É nesse simples gesto que encontro a vontade necessária para continuar, para caminhar de novo e arrasar quem me queria ver aniquilado.
Tento erguer a cabeça, encher o peito de ar e seguir o caminho, tentando agarrar com unhas e dentes.
Olhem à vossa volta, deixem a fugaz cegueira do estrelato e vejam quem de fato merece ser o vosso público.
Afinal, de quantas pessoas precisam vocês como platéia da vossa vida, para vocês terem o papel principal?
Dizem que ter alegria é um ato de coragem, mas enganam-se, alegria é termos do nosso lado, quem de fato nos merece e nos entende!
Sejam felizes, mas não se anulem...
Nenhum comentário:
Postar um comentário